Nilma Lacerda

Nilma Lacerda é professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, atuando na formação de professores em Letras, e do Programa de Pós-graduação Lato Sensu Especialização em Literatura Infantojuvenil do Instituto de Letras da mesma universidade. Com graduação em Português-Literaturas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1970), mestrado em Letras Vernáculas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1980), doutorado em Letras Vernáculas, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995) e pós-doutorado em História Cultural pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (2001-2002) e Collège de France (2013-2014), seus trabalhos têm ênfase em leitura e escrita, literatura para crianças e jovens, criação literária. Recebeu, dentre outros, os prêmios Jabuti, Prêmio Rio de Literatura, Melhor Livro Teórico em Literatura para Crianças e Jovens, Melhor para o Jovem, Melhor Livro Traduzido, esses últimos da Fundação Nacional do Livro Infantil e juvenil (FNLIJ); Prêmio Brasília de Literatura, Lista de Honra do International Board on Books for Young People. Recebeu bolsas da CAPES e do CNPq, a bolsa VIRTUOSE, do Ministério da Cultura, a bolsa de Pesquisa e Criação da RIOARTE e a bolsa VITAE, de Apoio à Cultura, Educação e Promoção Social. Mantém intercâmbio cultural com países da América Latina, em alimentação a seu projeto de pesquisa Diário de Navegação da Palavra Escrita na América Latina e, como resultado de cerca de 15 anos de pesquisa, o material disponível deve gerar, a médio prazo, o primeiro volume dessa obra, intitulado Deus não tem nada com isso. A pesquisadora é líder do grupo de pesquisa Leitura, Literatura e saúde: inquietações no campo da produção do conhecimento. Certificado pela instituição, registrado no CNPq, realizou em 2012 o Colóquio Internacional Esses livros sem idade. Atua no Movimento por um Brasil Literário, sustentando a perspectiva visionária de Antonio Candido, Silviano Santiago, Alfredo Bosi e Bartolomeu Campos de Queirós, dentre tantos, relativa ao espaço que pode ocupar a leitura de literatura na construção de um país mais justo e soberano. Mantém a coluna Ladrilhos, de escritos equilibrados entre crítica e criação literária, em Pessoa, revista eletrônica de literatura lusófona.

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